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Perguntas frequentes


Qual a função de um óleo de motor?
O que significa o SAE numa embalagem de óleo?
O que significa o 1OW-40?
Qual é o óleo melhor para o meu motor?
É possível misturar óleos diferentes?
Ecovalor
Como ler um pneu?
O que são pneus reforçados?
Rotação do Pneu
Pneus - Conselhos Redonda
A Valorpneu e o Ecovalor




1. Qual a função de um óleo de motor?

O óleo do motor tem não só a função de lubrificar as suas peças móveis (cambota, bielas, pistões, etc.) evitando o seu desgaste mas também as de arrefecer os componentes mais quentes, manter o motor livre de depósitos e vedar os segmentos e válvulas contra a eventual passagem dos gases resultantes da combustão. Essas últimas funções são frequentemente esquecidas pelo comum dos utilizadores mas são fundamentais para a longevidade do motor a prazo. O sistema de classificação dos lubrificantes baseia-se na determinação do seu índice de viscosidade.


2. O que significa o SAE numa embalagem de óleo?

SAE é a sigla que designa a Society of Automotive Engineers, entidade norte-americana responsável pela definição de inúmeros standards, com especial incidência na áreas da indústria automóvel, aeronáutica e naval, incluindo naturalmente as classificações da viscosidade dos óleos, tanto dos motores como das transmissões.


3. O que significa o 1OW-40?

Indica, antes de mais, que se trata de um óleo multigraduado. Depois, esses óleos têm dois valores de índice de viscosidade. Por isso, o 10W-40 significa que se trata de um óleo que tem um índice 10 a baixas temperaturas, próprias de um arranque de manhã num clima frio, e um índice 40 a altas temperaturas, indicando uma viscosidade relativa elevada para garantir a adequada protecção a temperaturas mais elevadas. O W vem do inglês Winter, indicando que, mesmo no Inverno, esse óleo garante um índice de viscosidade de 10. Isto significa, em termos práticos que um óleo 5W-40 funciona melhor a baixas temperaturas que um 10W-40. À semelhança disto, um óleo 10W-45 também funcionará melhor que um 10W-40 a altas temperaturas.

4. Qual é o óleo melhor para o meu motor?

Não se pode dizer que haja um óleo mais indicado para um motor. O que se deve dizer é que há especificações mínimas que um óleo deve cumprir. E essas são as indicadas pelo fabricante do veículo. Daí para cima, todos os óleos funcionarão bem. Aquilo que temos que garantir é que o índice de viscosidade a baixa temperatura (o da esquerda) é menor ou igual ao indicado pelo fabricante do motor e que o índice de viscosidade a alta temperatura (o da direita) é maior ou igual ao referido pelo fabricante do veículo. Por exemplo, se no manual do carro vier indicado um óleo 15W-30 só temos que garantir que lhe pomos um óleo cujas especificações não sejam maiores que 15W nem menores que -30.É evidente que se pode dizer, genericamente, que um óleo é tanto melhor quanto mais amplo for o espectro da sua graduação.

* O que são as classificações API?

API é a sigla que designa o American Petrolleum Institute. Esta entidade, a partir dos dados fornecidos pela SAE e pela ASTM, elabora uma outra classificação escalonando os óleos por tipos e requisitos, classificando-os como SA, SB, SC, etc. para os destinados aos motores a gasolina e como CA, CB, CC, etc. para os indicados aos motores diesel. Actualmente, quase todos os fabricantes indicam especificações do tipo SJ para os motores modernos a gasolina e de CF em diante para os motores diesel.

5. É possível misturar óleos diferentes?

É possível mas não é aconselhável. A razão principal situa-se em torno dos aditivos que, hoje em dia, todos os óleos usam e que podem ser incompatíveis, resultando daí que se anulem ou, até, que ganhem características cumulativas de efeito imprevisível. A situação é particularmente mais complicada se estivermos em presença de óleos sintéticos ou semi-sintéticos. É que, nestes casos, os componentes de uns e outros vão por certo reagir quimicamente, provocando reacções que se podem tornar indesejáveis. Quando se pretender trocar o óleo por outro de características diferentes, o processo correcto é o de drenar completamente o óleo antigo, substituindo o respectivo filtro, e então proceder ao enchimento com o óleo novo.....

6. Ecovalor

O financiamento do SIGOU - Sistema Integrado de Gestão de Óleos Usados é obtido através de uma contrapartida financeira, o ECOVALOR.
Deste modo, cada produtor de óleos novos que transfira para a SOGILUB a responsabilidade pela gestão dos óleos usados pagará € 0,063, acrescido de IVA, por cada litro de óleo novo colocado no mercado.

7. Como ler um pneu?

Índice de Velocidade

Refere-se à velocidade máxima a que o pneu deve ser sujeito. É válido somente quando os pneus têm a pressão apropriada e são submetidos a uma carga dentro dos limites definidos pelo fabricante.

Índice de Velocidade Velocidade (Km/h)
N
P
Q
R
S
T
H
V
W
Y
(Y)
ZR
140
150
160
170
180
190
210
240
270
300
>300
>240

Índice de Carga

Capacidade máxima de carga de um pneu numa condição específica.

IC kg IC kg IC kg
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
257
265
272
280
290
300
307
315
325
335
345
355
365
375
387
400
412
425
437
450
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
462
475
487
500
515
530
545
560
580
600
615
630
650
670
690
710
730
750
775
800
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
116
117
118
119
120
825
850
875
900
925
950
975
1000
1030
1060
1090
1120
1150
1180
1215
1250
1285
1320
1360
1400


8. O que são pneus reforçados?
Pneus para viaturas de passageiros desenvolvidos para veículos sujeitos a cargas e pressões mais altas que as versões standard.

9. Rotação do Pneu
É a prática normal de mudança de posição de cada pneu na viatura, para minimizar o desgaste anormal (ou irregular), que pode causar:

• Vibração anormal (trepidação
• Ruído do pneu
• Diminuição do conforto durante a condução
• Redução da vida útil do pneu

Conselho Redonda: A Redonda recomenda que proceda de imediato à rotação dos pneus no momento em que reconheça qualquer uma das condições acima mencionadas (especialmente nos pneus dianteiros).

10. Pneus - Conselhos Redonda

• Nunca monte um pneu numa jante danificada ou que já tenho sido reparada com soldaduras.
• Nunca encher mais do que 275kPa (2.75 bar, 40 psi) para assentar os talões.
• Não misture designações diferentes de medidas ou construção no mesmo eixo, excepto para um uso provisório de pneus suplentes.
• Nunca retire ou reduza a pressão de ar com os pneus quentes da condução.
• A pressão superior ou inferior ao correcto é perigosa e pode provocar acidentes ou danos ao pneu.
• Assegure-se que segue as instruções do manual do fabricante da viatura ou do placar de informação do pneu do automóvel, para assim manter a pressão correcta do pneu (especialmente quando se conduz em estrada e/ou quando se transportam cargas elevadas).
• Verifique a pressão do ar do pneu (incluindo a do pneu suplente) pelo menos uma vez por mês e antes de iniciar uma viagem longa.
• Pedras, cascalho e outros objectos estranhos metidos no pneu podem danificá-lo. Removas estes objectos sempre que possível.
• Para assegurar a segurança no trânsito, a Redonda recomenda que conduza mais devagar em situações atmosféricas ou condições de estrada adversas.
• Os pneus devem ser montados unicamente por técnicos profissionais especializados.
• Objectos na estrada como buracos, vidros, metal, pedras, cascalho, entre outros, que podem danificar o pneu, devem ser evitados por razões de segurança.
• Para preservar a segurança no trânsito e a vida útil do pneu, a Redonda recomenda uma condução segura evitando uma aceleração brusca, travar ou curvar em situações desnecessárias.
• Se sente que o carro está instável ou sente ruídos ou vibrações estranhas, pare o carro num local seguro e inspeccione os seus pneus. Se não encontrar nenhum defeito visível, conduza devagar e dirija-se ao Autocentro Redonda mais próximo para que um dos seus profissionais de pneus os inspeccione o mais rápido possível.

Nunca utilize um pneu nas seguintes condições e substitua-o imediatamente:

• Se o desenho do pneu se desgastou até ao “indicador de desgaste”.
• Se aparecerem rupturas na tela.
• Se os arames da carcaça do pneu estão expostos.

11. A Valorpneu e o Ecovalor

A Valorpneu tem como principal objectivo criar e desenvolver um sistema que permita gerir e processar de forma adequada o fluxo de pneus usados anualmente gerados.
Neste contexto, foi criado o SGPU – Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados, que se define como sendo um sistema articulado de processos e responsabilidades que visa o correcto encaminhamento dos pneus em fim de vida, eliminando a deposição em aterro e promovendo a recolha, separação, retoma e valorização. Este sistema é financiado pela cobrança de um Ecovalor aquando da venda de um pneu introduzido no mercado nacional (novo ou usado).
A Valorpneu utiliza o Ecovalor para financiar um sistema cuja responsabilidade se inicia na recolha (através da disponibilização de espaços próprios para armazenar temporariamente os pneus usados), passa pelo transporte (entre os operadores de recolha e os valorizadores) e termina na valorização (reutilização, recauchutagem, reciclagem e valorização energética). O sistema engloba ainda a promoção das suas actividades, através de processos de comunicação adequados, bem como o financiamento de actividades de I&D que contribuam para atingir os seus objectivos.